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Noite da Bola de Ouro em Londres: páginas vazadas, trânsito e a ausência de Messi

Pela redação do HotNews3 min de leitura
Noite da Bola de Ouro em Londres: páginas vazadas, trânsito e a ausência de Messi

A cerimônia da Bola de Ouro de 2026, a noite do prêmio individual mais assistido do futebol, foi realizada na terça-feira em Londres e começou com cerca de meia hora de atraso. Os organizadores culparam o congestionamento do trânsito, e a transmissão foi adiada para as 4h30 no horário de Pequim. O atraso ditou o tom de uma noite que já havia sido perturbada antes mesmo do fim do tapete vermelho.

Mais cedo naquele dia, páginas que nomeavam Harry Kane, Kylian Mbappé e Lamine Yamal como vencedores apareceram brevemente online. A France Football, que organiza o prêmio, disse que os artigos foram escritos com antecedência para cada indicado, caso vencessem, e foram publicados por engano. O comunicado enfatizou que o vazamento não revelava nada sobre os três primeiros, que permaneceram em segredo até a cerimônia. As três páginas foram retiradas.

O Arsenal levou uma delegação considerável. Compareceram o zagueiro Gabriel Magalhães, o ponta Bukayo Saka, o goleiro David Raya e as jogadoras Alessia Russo e Caldentey, além do diretor esportivo Andrea Berta e do técnico Mikel Arteta. O clube também celebrou três jogadores entre os 30 primeiros: Declan Rice na 15ª posição, Gabriel na 21ª e William Saliba na 29ª, fotografados juntos com o troféu da Premier League.

O Barcelona enviou um grupo de cinco pessoas liderado pelo presidente Joan Laporta e pelo vice-presidente Rafa Yuste, com os jogadores Lamine Yamal, Rodri e Joan Garcia. Yamal, ainda adolescente, é amplamente esperado para levar o Troféu Kopa de melhor jogador jovem e também está entre os favoritos ao prêmio principal. Ele chegou com a namorada durante o segmento do tapete vermelho.

O lendário brasileiro Ronaldo, vencedor no passado, esteve presente como apresentador. Perguntado em quem havia votado, sorriu e disse que a tarefa de entregar o troféu significava que todos teriam simplesmente que esperar e ver. Lionel Messi, de 39 anos e quatro meses e entre os dez primeiros este ano, não viajou. Ele estivera recentemente na Espanha para os Prêmios Princesa das Astúrias e depois voou para Nova York, e optou por não fazer a viagem a Londres. Messi foi indicado 17 vezes e ganhou o prêmio oito vezes, mais recentemente em 2021 e 2023, e sua ausência ocorre no ano do 70º aniversário do prêmio.

A noite também teve uma nota nacional. O atacante do Paris Saint-Germain Ferran Torres recebeu o troféu UNFP de Jogador do Mês da Ligue 1 de setembro após marcar duas vezes em três jogos do campeonato. E em campo, a vitória do Real Madrid por 2 a 1 no Clássico em Barcelona foi ofuscada por um incidente aos 87 minutos, quando circulou um vídeo que parecia mostrar um torcedor atingindo o meio-campista Eduardo Camavinga com um mastro de bandeira durante as comemorações do gol da vitória de Mbappé. A La Liga disse que reportaria o assunto ao seu comitê disciplinar.

A Bola de Ouro continua sendo a honra individual mais prestigiosa do esporte, e a cerimônia anual tornou-se um evento televisivo global tanto quanto futebolístico. A edição deste ano mostrou com que rapidez uma noite cuidadosamente encenada pode sair do roteiro, primeiro por um erro de publicação e depois pelo trânsito de uma cidade. Os vencedores, pelo menos, permaneceram em segredo até que os envelopes fossem abertos.

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